Ser independente é uma questão que diz respeito a uma muito restrita minoria: - é um privilégio dos fortes. Quem a tanto se abalançar, mas sem ter necessidade, ainda que tenha todo o direito a isso, prova desse modo que provavelmente não só é forte, mas também audacioso até à temeridade. Mete-se num labirinto, multiplica ao infinito os perigos inerentes à própria vida; e o menor desses perigos não está em que ninguém veja como e onde se perde, despedaçado na solidão por qualquer subterrãneo Minotauro da consciência. Supondo que um tal homem pereça, o facto estará tão distante do entendimento dos homens que estes não o sentem, nem o compreendem: - e ele já não pode regressar! Não pode sequer regressar à compaixão dos homens!
Friedrich Nietzsche, in "Para Além de Bem e Mal"
Publicado por pns em março 18, 2004 12:14 PM***ATENÇÃO***
Gostava de pedir a todos os vizinhos proprietários de blogs que fizessem o obséquio de passar lá na minha casa.
Estamos em maré de confissões!
Quero saber a história do vosso blogue.
(PNS... desculpe o abuso, ok... Apareça!)
Isto não é o blog da vizinha !!! :)))))
Normalmente apago sem remissão qualquer tentativa de publicidade através de comentários.
Mas como terminou com um parágrafo de desculpas, ok, desta vez passa. ;)
Afixado por: Paulo Silva em março 18, 2004 02:19 PMOra essa, Paulo. Nietzsche gostaria desta ilustração.
Afixado por: ana em março 19, 2004 07:55 AMEscrevo e apago, já lhe perdi o conto!
E porquê?
Porque só me ocorre alegar que gostava de ter sido eu a escrever esses pensamentos.
Inveja!
De quê?
Da irmã gêmea da lucidez, talvez!